Processo antes de equipamento
Nenhuma proposta sai antes de vermos a linha rodando. O gargalo real quase nunca é o que se imagina de longe.
Sobre a Avolqent
Nascemos em 2012 integrando um único robô de solda numa fábrica de autopeças em Diadema. Desde então, mantivemos o mesmo jeito de trabalhar: entender o processo primeiro, propor a automação depois, e não sair de campo até a linha rodar sozinha.
01 // Origem
O primeiro projeto foi resolver um posto de solda que travava a produção de um cliente três vezes por semana. Não havia orçamento para reformar a linha inteira, então integramos um robô ao equipamento que já existia. Funcionou, e a lição ficou: automação boa respeita o que a fábrica já tem.
Ao longo dos anos, o trabalho cresceu para paletização, visão de máquina, veículos autônomos e monitoramento preditivo. O que não mudou foi o método. Continuamos indo à planta antes de propor qualquer coisa, e continuamos medindo resultado com os números do cliente, não com promessas de catálogo.
Hoje somos uma equipe pequena e sênior. Preferimos poucos projetos conduzidos de perto a muitos tocados à distância. Cada célula que entregamos leva o nome de quem a projetou e a colocou em produção.
A automação que dura é a que a equipe da fábrica entende, confia e sabe operar sem depender de nós.— Como medimos uma entrega
02 // Princípios
Nenhuma proposta sai antes de vermos a linha rodando. O gargalo real quase nunca é o que se imagina de longe.
Toda célula passa por avaliação de risco conforme a norma antes de operar. Onde há pessoas e máquinas juntas, a segurança define o projeto.
Reusamos robôs, CLPs e esteiras sempre que possível. Trocar tudo é caro e raramente necessário.
Fechamos data depois do diagnóstico, com escopo claro. Um prazo honesto vale mais que um número otimista que atrasa.
A planta recebe desenhos, parâmetros e manuais que a própria equipe consegue usar. Autonomia é parte da entrega.
Ficamos ao lado dos operadores nos primeiros turnos. Sistema entregue e abandonado não é entrega.
03 // Quem conduz
Vinte anos entre montagem automotiva e integração de manipuladores. Define a célula e as trajetórias de cada projeto.
Cuida dos sistemas de câmera e da lógica de controle. Calibra tudo para as condições reais de cada planta.
Conduz montagem, testes e operação assistida. Fica no chão de fábrica até a linha rodar em turno cheio.