Integração de células robóticas
Seleção de manipulador, ferramenta de ponta de braço e layout. Fazemos a integração completa, do estudo de alcance à programação de trajetórias e à liberação em produção.
Olá, aqui é a Avolqent
Integração de sistemas autônomos
Projetamos, integramos e colocamos em operação células robóticas para manufatura, logística e inspeção. Trabalhamos ao lado da sua equipe de engenharia, do estudo de viabilidade ao primeiro turno em produção.
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01 // Serviços
Cada projeto começa por entender a linha como ela é hoje: ciclo, gargalos, variação de produto. A partir daí desenhamos a célula certa — nem mais, nem menos automação do que o processo pede.
Seleção de manipulador, ferramenta de ponta de braço e layout. Fazemos a integração completa, do estudo de alcance à programação de trajetórias e à liberação em produção.
Sistemas de câmera para conferência dimensional, leitura de código e detecção de defeitos. Calibramos para a iluminação real da fábrica, não a de laboratório.
Cobots para postos onde pessoas e máquinas dividem espaço. Avaliação de risco conforme a norma, parametrização de força e velocidade, e treinamento do operador.
Transporte interno, esteiras e veículos autônomos coordenados por um sistema central. Reduzimos o transporte manual de material entre os postos de trabalho.
Sensores de vibração, temperatura e corrente ligados a um painel que antecipa falhas. A parada passa a ser agendada, não uma surpresa no meio do turno.
Antes de tocar no equipamento, validamos ciclo e colisões em simulação. Você aprova o comportamento da célula na tela antes de qualquer intervenção em campo.
02 // Projetos recentes
Reprojeto de um posto de solda para duas estações sincronizadas. O tempo de ciclo por peça caiu de 74 para 41 segundos, com a inspeção do cordão feita por visão na mesma célula.
Como trabalhamos
Robô de paletização integrado à esteira de embalagem, com leitura de código a cada caixa. A conferência manual do lote deixou de existir e a rastreabilidade passou a ser registrada peça a peça.
Como trabalhamos
Cobot dedicado à colocação de conectores, um posto de esforço repetitivo. A avaliação de risco liberou a operação sem cerca, e o operador passou a supervisionar em vez de repetir o mesmo gesto.
Como trabalhamos
Rede de sensores em seis prensas, com um painel que sinaliza desgaste antes da folga aparecer na peça. As paradas não planejadas do trimestre seguinte caíram de nove para duas.
Como trabalhamosAutomação não é trocar pessoas por máquinas. É tirar da equipe o trabalho perigoso e repetitivo e deixar para ela o que exige julgamento.— Princípio de engenharia da Avolqent
03 // Como conduzimos
Passamos um dia na sua linha antes de propor qualquer coisa. Medimos ciclo, mapeamos gargalos e ouvimos quem opera. O escopo nasce do processo real, não de um catálogo.
Desenhamos a célula e validamos em gêmeo digital. Você aprova alcance, ciclo e segurança na tela. Ajustes nesta fase custam horas, não semanas de retrabalho em campo.
Montamos, programamos e testamos com peças reais. A liberação segue critérios acordados de qualidade e cadência, com registro de cada teste feito.
Ficamos ao lado da equipe nos primeiros turnos e treinamos os operadores. O acompanhamento remoto continua enquanto a linha estabiliza.
04 // Quem conduz
Vinte anos entre linhas de montagem automotiva e integração de manipuladores. Cuida da definição de célula e das trajetórias.
Responsável pelos sistemas de câmera e pela lógica de controle. Trabalha a calibração para as condições reais de cada planta.
Conduz montagem, testes e a operação assistida. É quem fica no chão de fábrica até a linha rodar sozinha em turno cheio.
05 // Perguntas frequentes
Trabalhamos desde um único posto automatizado até linhas completas. O que define o projeto não é o porte da fábrica, e sim o volume e a repetição da tarefa. Se há um trabalho repetitivo que consome gente e gera variação, quase sempre existe um caso a estudar.
Depende do turno e do volume. Uma célula robótica costuma fazer sentido quando a tarefa roda em dois ou três turnos ou envolve risco ergonômico. No diagnóstico apresentamos o tempo estimado de retorno com números da sua própria linha, sem projeções genéricas.
Sempre que possível, sim. Reaproveitamos robôs, esteiras e CLPs existentes quando estão em condição de operar com segurança. Substituir tudo raramente é a resposta certa; integrar o que já funciona costuma ser mais ágil e econômico.
Um posto simples costuma ir de oito a doze semanas; uma linha integrada, de quatro a seis meses. O prazo é fechado após o diagnóstico, quando o escopo está claro. Preferimos um prazo que se cumpre a um número otimista que atrasa.
Sim. Estamos sediados em São Paulo e já entregamos projetos em Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. Para plantas mais distantes, combinamos a presença em campo nas fases de montagem e comissionamento com acompanhamento remoto no restante.
Sua equipe. Treinamos os operadores durante a operação assistida e deixamos a documentação da célula. Mantemos um contrato de suporte para quem prefere apoio contínuo, mas a autonomia da planta é o objetivo desde o primeiro dia.
06 // Contato
Conte em poucas linhas o que você quer automatizar. Retornamos em até um dia útil com as próximas etapas de um diagnóstico.